Mulheres são imunes a golpes com criptomoedas, mostra pesquisa

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EM RESUMO
  • Uma pesquisa realizada pela CVM identificou que as criptomoedas são principal investimento utilizado em golpes no Brasil.

  • Cerca de 91% das vítimas são homens.

  • A pesquisa indica pessoas que não sem conhecimento e experiência no mercado financeiro foram as maiores vítimas.

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Segundo pesquisa da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), as criptomoedas foram o produto de investimento mais usados em golpes financeiros no país e afetaram praticamente só homens.

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Uma pesquisa realizada pelo Centro de Estudos Comportamentais e Pesquisas (CECOP) da CVM identificou que as criptomoedas são em geral o produto de investimento mais utilizado para se promover golpes no Brasil. O levantamento contou com a participação de 1.002 pessoas, das quais 178 declararam terem sido vítimas de fraudes financeiras.

As criptomoedas foram citadas por 43,3% dos entrevistados que já caíram em alguma fraude. O mercado Forex e opções binárias aparecem em seguida, com 29,8% e 16,9% respectivamente.

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Vale destacar que segunda a pesquisa, o principal meio de divulgação utilizado para se promover esses esquemas fraudulentos tem sido o Whatsapp, com 27,5%. Além disso, divulgações boca-a-boca, e-mails e ligações telefônicas também são usadas para propagar os golpes.

Principal perfil das vítimas de golpes financeiros

Cerca de 91% das vítimas de golpes financeiros são homens. Entre eles, a maior parcela possuía idade entre os 30 e 39 anos, com renda familiar mensal entre 2 e 5 salários-mínimos.

A pesquisa indica que caíram mais em golpes pessoas que não tinham grande conhecimento e experiência de mercado, direcionando seu capital apenas em produtos como a poupança, criptomoedas e start-ups, ou que nunca tinham realizado qualquer tipo de investimento.

Já a grande parcela dos entrevistados que não tinham sido vítimas possuía um portfólio mais vasto no mercado financeiro, alocando seus recursos em ações, fundos de investimento, CDB, LCI e LCA.

Metade das vítimas ainda afirmou ter tido uma relação com o fraudador antes de cair no golpe, seja conhecendo-o pessoalmente ou tendo terceiros que o conheciam.

Entre os aspectos que mais contribuíram para que o golpe fosse realizado, as opções mais marcadas foram: aparência do site transmitia confiança, familiares/amigos já haviam feito o investimento, bom atendimento dos golpistas e desconhecimento da modalidade de golpe.

Quase metade dos entrevistados declarou ter perdido entre R$ 1.000 e R$ 50.000 com os golpes.

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Anderson atua como redator para o BeInCrypto, escrevendo sobre as principais notícias sobre o criptomercado e economia em geral. Antes de entrar para a equipe brasileira do site, ele participou de projetos relacionados a trading, produção de notícias e conteúdos educacionais relacionados a criptomoedas. Formando em Administração, está cursando pós graduação em Investimentos e Blockchain pela EA Banking School.

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