ONG internacional usa criptomoedas para supostamente ajudar a Amazônia

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Não há nenhum tema recente mais controverso do que os incêndios na Amazônia. ONGs de todo o mundo e até mesmo celebridades como Madonna, Cristiano Ronaldo e o próprio presidente da França resolveram contribuir suas opiniões, mesmo sem conhecimento de causa.

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Em 4 de setembro, a Fundação Rainforest abordou a comunidade cripto pedindo apoio, por meio de doações das criptomoedas Bitcoin (BTC), Ether (ETH), Litecoin (LTC), Bitcoin Cash (BCH), para lutar contra o desmatamento e queimadas no Brasil. A Rainforest Foundation US é uma ONG sem fins lucrativos, com sede em Nova York, que trabalha na América Central e do Sul, e que agora diz querer apoiar esforços de combate ao desmatamento com tecnologia de criptomoedas e blockchain (leia-se “com dinheiro de doadores desinformados”).

Vamos aos fatos:

  • A amazônia não é o pulmão do mundo;
  • Não existem girafas e elefantes na região amazônica;
  • Todos os anos ocorrem queimadas na região amazônica por causa da seca;
  • Na maior parte, os incêndios ocorrem em regiões de pastagem e não na floresta;
  • As queimadas deste ano foram inferiores aos anos anteriores;
  • Simpatizantes dos perdedores do pleito presidencial foram flagrados ateando fogo em margens de estradas para contribuir com o frenesi da mídia;
  • A Bolívia é que está com um grande problema de queimadas;
  • 66% do território brasileiro é de vegetação nativa;
  • O governo brasileiro cortou a verba de ONGs que atuavam na região;
  • A amazônia é uma região extremamente rica, não apenas pela diversidade, mas também pelos recursos minerais;

À partir da visão geral dos fatos, fica mais fácil compreender o que está acontecendo. Não sejamos ingênuos ao ponto de achar que tudo se resume à preocupação de ambientalistas. Toda repercussão internacional está baseada em interesses financeiros e não ambientais.

Isso fica claro quando vemos que o governo norueguês reclama da gestão brasileira da floresta, mas fica calada diante do crime ambiental da empresa norueguesa Hydro Alunorte em Barcarena no Pará. Em alguns casos, não existe nem intenção de esconder esses interesses, como é o caso da ONG “Union of Concerned Scientists” que divulgava um documento publicado por Shari Friedman chamado “Farms Here, Forests There” (Fazendas Aqui, Florestas Lá).

A Europa conta hoje com menos de 1% de sua vegetação nativa, enquanto o Brasil possui 66%. Por que alguém que destruiu suas próprias florestas teria autoridade moral de repreender o Brasil que esforça mais que a Europa para proteger a Amazônia?

Isso tudo ainda sem nem mencionar as reservas de petróleo, nióbio, diamante e ouro que existem no subsolo amazônico que, se exploradas, fariam do Brasil o maior PIB do mundo.

É importante que acordemos e entendamos o motivo por trás da gritaria mundial sobre a Amazônia. A Amazônia é brasileira e o Brasil é o único país, tanto legal quanto legitimamente, capaz de cuidar desse patrimônio. Qualquer pessoa que diga o contrário é um entreguista e traidor, não apenas do país, mas também da própria temática ambiental.

Qual a sua opinião sobre este tema? Deixe nos comentários.

Imagens cortesia Shutterstock, Twitter

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Vini se formou em geologia pela Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil e trabalhou com gerenciamento de projetos na área de exploração mineral em empresas como BHP Billiton e Vale. Ele se envolveu com o bitcoin em 2011, quando comprou suas primeiras moedas através do jogo online “Second Life”, mas usou a maioria de suas primeiras moedas aprendendo a fazer transações e negociar. Depois disso, ele se tornou um entusiasta da tecnologia blockchain e desde então focou sua carreira para esse campo. Recentemente, ele se dedica à programação frequentando o Le Wagon Coding Bootcamp e Ivan On Tech Academy.

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