• Ouro atinge máxima de 9 anos, chegando a US$ 1.800
  • Analistas veem rali e teste da maior alta de todos os tempos
  • Apesar da brincadeira com o Bitcoin, a criptomoeda também subiu

O Bitcoin é chamado há anos como ouro digital, mas já há, atualmente, quem inverta essa comparação. Para um analista do mercado financeiro, o ouro vem se mostrando como o “verdadeiro Bitcoin” após seguidas altas de preço.

Na última quarta-feira (8), o metal precioso atingiu a alta histórica de US$ 1.800. Trata-se do maior preço em nove anos. Segundo Boris Schlossberg, diretor da gestora de ativos americana BK, chegou a brincar com a relação entre ouro e Bitcoin.

Ao canal de televisão CNBC, Schlossberg disse que o aumento é reflexo da possível inflação do dólar decorrente dos estímulos do FED.

Eu acho que o ouro é o verdadeiro bitcoin. No final, acho que o que está acontecendo é que o mercado está fazendo apostas implícitas de que a inflação está começando a se recuperar e acho que há uma boa razão para o mercado pensar isso.

Para ele, o cenário de injeção de dólar na economia irá inevitavelmente causar efeito inflacionário. Além disso, os juros deverão cair ainda mais para conter a crise, animando ainda mais o mercado em busca de ouro.

Como consequência, em breve o preço mais alto da história, de US$ 1.920,30, já começaria a ser testado.

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Bitcoin voltou a subir junto com ouro

Não coincidentemente, o Bitcoin também voltou a subir. Após dias variando abaixo da casa dos US$ 9.300, a criptomoeda enfim voltou a superar essa barreira na quarta-feira. A alta liquidez dos mercados também pode estar associada ao movimento, que também impacta nas altcoins.

No Brasil, o Bitcoin voltou à casa dos R$ 50.000 mesmo com a queda do dólar frente ao real. Na manhã desta quinta-feira (9), no entanto, o BTC voltou a cair ligeiramente. Segundo o Cointrader Monitor, a criptomoeda era negociada por exchanges brasileiras, em média, por R$ 49.851 às 11h31.

Paulo Alves Jornalista

Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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