Pagamentos via WhatsApp no Brasil: 7 perguntas e respostas

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EM RESUMO
  • Brasil é o primeiro do mundo a receber novidade

  • Função opera mediante cadastro de cartão

  • Veja os bancos parceiros e tire dúvidas

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O Brasil é o primeiro país do mundo a receber a função que permite enviar ou receber dinheiro pelo WhatsApp. Mark Zuckerberg anunciou, nesta segunda-feira (15), a chegada do recurso de transferências diretamente pelo chat do aplicativo.



Os pagamentos serão oferecidos por meio do Facebook Pay, plataforma que irá operar também na rede social. No futuro, o Instagram deverá ser outro a receber a função.

Será possível transferir e receber dinheiro entre pessoas físicas. O recurso permite, por exemplo, pagar um amigo ou um ratear uma conta de bar de maneira fácil. Além disso, a ideia é facilitar o pagamento de produtos e serviços junto a estabelecimentos.



Em nota, o WhatsApp menciona que a novidade pretende levar as mais de 10 milhões de micro e pequenas empresas no Brasil para a economia digital e gerar mais oportunidades de crescimento.

Já é muito comum mandar um zap para essas empresas para tirar dúvidas sobre produtos e fazer pedidos. Com o recurso de pagamentos no WhatsApp, além de ver os produtos no catálogo, os clientes também poderão fazer o pagamento do produto escolhido sem sair do WhatsApp.

Veja, a seguir, sete perguntas e respostas sobre a novidade do WhatsApp

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1. Quem pode usar a nova função?

Todos os usuários do WhatsApp poderão utilizar o serviço. No entanto, será preciso fornecer dados adicionais no cadastro. Além do nome completo, será preciso informar CPF e um cartão de débito ou crédito emitido por um dos bancos parceiros.

2. Quais cartões são aceitos?

Para usar, será preciso cadastrar um cartão com a função débito ou crédito das bandeiras Visa e Mastercard emitidos pelo Banco do Brasil, Nubank e Sicredi. No entanto, mais parceiros deverão entrar no grupo de cartões aceitos no futuro. Os pagamentos serão processados pela Cielo.

3. Quanto custa para usar?

As transferências serão de graça entre usuários ou do usuário para uma empresa. Entretanto, os estabelecimentos comerciais pagarão taxa de 3,99% para receber transferências na plataforma. Para aceitar pagamentos via WhatsApp, a empresa deverá utilizar o aplicativo WhatsApp Business.

4. Como se cadastrar pelo WhatsApp?

Após a atualização que libera a função, o usuário encontrará uma nova opção “Pagamento” no menu de anexos de uma mensagem. Ao clicar, o aplicativo irá redirecionar para a página de cadastro do Facebook Pay.

Será preciso, então, apenas informar dados pessoais e do cartão, aceitar os termos de uso e criar uma senha de 6 dígitos. Além disso, o usuário precisará realizar a verificação do cartão informando um código recebido via SMS, e-mail ou no aplicativo do banco – o procedimento muda conforme a instituição financeira.

 

5. Como usar?

Após o cadastro, a função estará disponível no atalho “Pagamentos” no menu de anexos de uma mensagem. Basta então informar o valor desejado, selecionar o cartão de pagamento e digitar o PIN.

A confirmação da transferência é realizada em forma de mensagem, diretamente no chat.

6. Vai funcionar com Libra?

O Facebook não menciona, por enquanto, se a função de pagamentos irá aceitar a criptomoeda Libra. No entanto, especula-se que as transferências eletrônicas via Facebook, WhatsApp e Instagram sejam os principais canais para o ativo digital da empresa no futuro.

7. Quando chega?

A novidade será liberada a partir de hoje (15) de forma gradual para Android e iPhone. Em nota, o WhatsApp explica que todos os usuários no Brasil poderão aproveitar seus benefícios “futuramente”.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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