Polícia Federal apreendeu 6.000 Bitcoin em operações apenas no último ano

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EM RESUMO
  • Polícia Federal vem intensificando operações envolvendo a apreensão de criptomoedas.

  • Só no último ano, PF apreendeu 6.000 BTC.

  • Valor atualizado passa de R$ 1,8 bilhão.

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Em um ano, a Polícia Federal já apreendeu cerca de 6.000 BTC em operações contra o crime. Em valores atualizados, o montante equivale a mais de R$ 1,8 bilhão.



Segundo a Folha de S. Paulo, a PF também teria apreendido diversas outras criptomoedas, entre elas a Ethereum (ETH). Os criptoativos convertidos ao longo do último ano teriam rendido R$ 1 bilhão em dinheiro, atualmente depositados em contas judiciais.

Conforme explicado pelo BeInCrypto no passado, parte desse dinheiro poderá ser revertida aos cofres públicos em casos de empresas que cometeram crimes contra a economia popular. Além disso, outra parcela poderá ser destinada a ressarcimento de vítimas de golpes com criptomoedas.



Ainda segundo apurado pela Folha, policiais federais estão na cola do crime organizado que lança mão de criptomoedas para lavar dinheiro para o tráfico de drogas e a corrupção.

O aumento no uso de criptomoedas em crimes como esse teria inclusive motivado a PF a distribuir um manual técnico internamente com orientações sobre como abordar esse tipo de caso, incluindo dicas sobre como apreender criptomoedas.

A iniciativa teria ensejado operações como a que ocorreu na última quinta-feira (29). Em ação de combate ao tráfico de drogas, agentes da PF cumpriram mandados de busca e apreensão de R$ 20 bilhões das contas dos suspeitos, incluindo R$ 110 milhões de uma exchange de criptomoedas.

Para os policiais federais, os operadores de criptomoedas são vistos como os novos doleiros, na medida em que operações de câmbio para evadir divisas para paraísos fiscais estariam sendo substituídos pela compra de criptoativos.

Esse teria sido o caso, por exemplo, da empresa GAS Consultoria e Tecnologia, apontada como suspeita de fraude pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e teria envolvimento na apreensão de R$ 7 milhões em Búzios (RJ) na última quarta-feira (27).

Referindo-se ao uso de criptomoedas no lugar dos dólares, Luís Flávio Zampronha, diretor de combate ao crime organizado da PF, disse ao jornal que a instituição “está atenta a esses novos métodos utilizados pelos criminosos”.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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