Por que comprar Bitcoin agora faz mais sentido do que a US$ 400, segundo CEO da Skybridge

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EM RESUMO
  • Executivo explica por que investidores institucionais apostam mais no Bitcoin a US$ 30.000 do que a US$ 400.

  • CEO da Skybridge também menciona riscos que ainda estão pela frente.

  • Empresa tem mais de US$ 300 em criptoativos sob gestão.

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CEO da Skybridge explica os motivos que levam instituições a confiarem mais na compra de Bitcoin a US$ 30.000 do que a US$ 400.



Comprar Bitcoin a mais de US$ 30.000 definitivamente não parece má ideia para investidores institucionais. Para o CEO da Skybridge, Anthony Scaramucci, existe uma explicação óbvia por trás do interesse no ativo pelo preço atual, inclusive comparado com o BTC a US$ 400.

Em entrevista à Forbes, Scaramucci contou porque, afinal, costuma dizer a interlocutores que se sente “mais confortável” comprando Bitcoin agora e não anos atrás. Pode parecer confuso, mas ele explica que faz todo sentido.



“Obviamente, se você comprou a US$ 400, você fez uma fortuna. Mas, se você comprou em 2014, era o Velho Oeste e também não estava claro quem seria o vencedor”, conta o executivo.

Scaramucci então revelou uma conversa com o bilionário Michael Dell, fundador da Dell. Anos atrás, o empresário teria mencionado que, para tornar sua empresa bem-sucedida, teve que tomar em 100 grandes decisões – e vencer todas as 100.

Para o CEO da Skybridge, no entanto, o Bitcoin surgiu como um desafio para esse tipo de raciocínio.No caso do Bitcoin, porque é descentralizado, ninguém está tomando essa decisão, mas tinha que ser um sistema operacional e estrutura operacional quase perfeitos ou quase perfeitos [para investir].

Por esse motivo, Scaramucci considera que era arriscado demais apostar no Bitcoin em 2014. Para ele, até então não estava claro se o BTC seria o vencedor nessa corrida. Algo que, agora, teria enfim mudado.

Mas em 2020 ou 2021, agora a moeda por US$ 27.000, US$ 34.000, é o vencedor. E, como resultado, é o padrão da indústria. Agora você também tem essa facilidade de armazenamento e é muito líquido.

Os três riscos que o Bitcoin enfrentaria daqui para a frente

A Skybridge entrou de vez no barco das criptomoedas ao comprar Bitcoin. Seu principal executivo, no entanto, ainda vislumbra três grandes riscos para o Bitcoin no futuro. Embora considere com chances remotas de acontecer, Scaramucci vê com preocupação um possível banimento do Bitcoin dos Estados Unidos.

Além disso, ele considera que o domínio do Bitcoin potencialmente prejudicial para a indústria. Na sua opinião, seria como competir contra o Google: dificílimo de conseguir superar mesmo tendo ao seu lado uma tecnologia melhor.

Algumas dessas tecnologias como o Ethereum são consideradas tecnologias melhores do que o Bitcoin, mas não têm escala.

Por fim, o argumento de risco passa pela questão da utilidade, algo que críticos como Peter Schiff defendem.

O que essa coisa realmente vale? É apenas uma série de números, dígitos e códigos que estou comprando na internet. E então por que alguém o aceitaria como uma cadeia de valor ou um livro-razão operacional para a transferência de valor ou dinheiro? Ou você vê ou você não vê [o valor].

A Skybridge, vale lembrar, gere aproximadamente US$ 310 milhões em criptomoedas após comprar Bitcoin em 2020. No total, a empresa tem US$ 9 bilhões sob gestão.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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