Preço da CHZ: o que esperar para 2021 com novas parcerias da Chiliz

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EM RESUMO
  • Após uma alta acima dos 4.000% nos primeiros meses de 2021, o token CHZ chegou a perder mais de 80% do seu preço recorde.

  • Apesar das quedas em seu token, a Chiliz tem realizado cada vez mais parcerias com grandes nomes dos esportes.

  • Fintech tem se tornado cada vez mais relevante na esteira do sucesso de tokens digitais ligados a esportes.

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Apesar da Chiliz (CHZ) continuar o seu projeto de expansão em segmentos esportivos, seu token nativo caiu mais de 50% no mês de maio.

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Após uma valorização surpreendente acima dos 4.000% no primeiro trimestre do ano, a CHZ entrou numa grande tendência de queda nos meses seguintes, apesar das novas parcerias que a Chiliz tem realizado com grandes instituições esportivas ao redor do mundo.

A criptomoeda chegou a desabar mais de 80% em relação à sua máxima histórica de US$ 0,87 no dia 12 de março. Atualmente, o ativo está sendo negociado em US$ 0,26.

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Parcerias

A Chiliz continua expandindo cada vez mais as suas operações, se tornando uma referência na criação de tokens digitais voltados a esportes. Somente no mês de maio, a fintech realizou três parcerias com grandes ligas e instituições esportivas mundialmente conhecidas.

Ao longo do ano, há a expectativa ainda de a empresa abrir um novo escritório em São Paulo, algo que já foi aventado há meses. Recentemente, a companhia anunciou uma filial em Madrid para atender o mercado Europeu e também a América Latina, levantando a possibilidade da concretização de mais parcerias esportivas.

Por outro lado, os acordos fechados nas últimas semanas não foram suficientes para se sobrepor aos movimentos de mercado e levantar o preço do ativo CHZ, nativo da plataforma da Chiliz.

No dia 4 de maio, a empresa anunciou a criação do token do Ultimate Fighting Championship (UFC), maior liga de MMA do planeta. No entanto, neste dia, a CHZ acumulou uma queda de 7%.

No dia 14, mais um projeto envolvendo futebol, dessa vez com a emissão de fã tokens da seleção da Argentina. A empresa logo alertou para golpistas que tentavam aproveitar a procura pelo criptoativo para atrair vítimas. A demanda pela novidade, no entanto, não parece ter impactado no mercado da CHZ, que teve uma discreta alta de 2% nesta data.

Já no dia 20, a Chiliz voltou a virar destaque, após realizar uma parceria com a Aston Martin na criação do $AM, ativo digital destinado aos fãs da equipe de Fórmula 1. Apesar de uma alta de 25% vista na ocasião, o token nativo da fintech caiu mais de 40% nos dias seguintes.

Além disso, a Chiliz concretizou negócios com os times de futebol turco Aytemiz Alanyaspor e Bursaspor, além de uma equipe que compete na Nascar no mês de maio.

Por, ora, ao contrário dos tokens de torcedor que acompanham o sucesso de times de futebol, a CHZ ainda não parece conseguir aproveitar o embalo dos acordos comerciais da Chiliz.

CHZ pode voltar a subir?

A CHZ tem sido negociada dentro de um canal de baixa desde que atingiu a sua máxima histórica de preço. A moeda atingiu o fundo desse canal, de US$ 0,16, no dia 23 de maio.

Desde então, tem voltado a subir e, segundo o analista de criptomoedas Valdrin Tahiri, validou essa faixa de preço como um importante suporte. Ou seja, a partir daí ficaria mais difícil ver a moeda cair para abaixo desse patamar.

Gráfico no TradingView

Foi o que aconteceu nos dias seguintes. Desde então, a Chiliz opera em alta e chegou a valorizar próximo de 100%, atingindo US$ 0,31.

O analista aponta que os indicadores seguem apontando boas possibilidades de alta para a CHZ, apesar de ter voltado a recuar. A análise técnica mostra que o token precisaria ser negociado acima dos US$ 0,40 – metade do canal de baixa – para que tenha boas chances de buscar topos ainda maiores.

No fechamento da matéria, a CHZ era negociada a pouco mais de US$ 0,23.

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Anderson atua como redator para o BeInCrypto, escrevendo sobre as principais notícias sobre o criptomercado e economia em geral. Antes de entrar para a equipe brasileira do site, ele participou de projetos relacionados a trading, produção de notícias e conteúdos educacionais relacionados a criptomoedas. Formando em Administração, está cursando pós graduação em Investimentos e Blockchain pela EA Banking School.

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