Preço do Bitcoin Sobe com Alerta Mundial Sobre Coronavírus

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EM RESUMO
  • Especialistas explicam relação entre a cotação da criptomoeda, doença e o mercado financeiro.

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O mundo todo está em alerta para as consequências da propagação do coronavírus. A doença já matou 106 pessoas e rapidamente está se espalhando para outros países além da China. E essa sensação de perigo de uma epidemia tomar conta da população refletiu até mesmo no preço do Bitcoin.



Enquanto muitos se preocupam com o Coronavírus o preço do Bitcoin subiu no mercado. No entanto, o efeito da criptomoeda é contrário a outros mercados, como o de ações, por exemplo. A maioria do sistema financeiro sofreu com as últimas divulgações sobre a contaminação da doença.

Com o número de mortos e de pessoas contagiadas aumentando cada vez mais, maior é o temor da doença se espalhar. Uma epidemia como essa afeta vários setores comerciais que vão do turismo a indústria, impactando diretamente a economia global.



Preço do Bitcoin aumenta

O preço do Bitcoin vivencia uma pequena onda de valorização no mercado. Esse aumento fez com que a criptomoeda voltasse a ser cotada acima de US$ 9 mil. Nesta última segunda-feira (27) a cotação do Bitcoin subiu mais de 4%.

Em contrapartida, outros mercados despencavam no mesmo período. Ouro e ações, por exemplo, enfrentaram um duro selloff no mercado. Essa venda precipitada é influenciada pelo medo dos investidores em relação ao potencial de destruição do Coronavírus.

A doença afeta diretamente mercados financeiros, porém, esse não é o caso do Bitcoin. Com a criptomoeda aconteceu o contrário e o efeito de valorização continua ainda na tarde desta terça-feira (28). Atualmente o preço do Bitcoin está sendo cotado por volta de US$ 8.600,00. Esta cotação representa uma valorização de 1.92% no dia.

Coronavírus não afeta criptomoedas

O Bitcoin e sua cotação não sofreu uma queda com o Coronavírus. O mesmo que acontecia com outros mercados não surtiu efeito nas criptomoedas. Em entrevista ao InfoMoney, Safiri Felix explica que o Bitcoin não tem relação com outros ativos.

O diretor da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) disse que o temor do Coronavírus causou praticamente um efeito contrário para a moeda digital. E isso somente aconteceu graças a liberdade do Bitcoin perante outros ativos.

“A demanda de chineses tende a se intensificar em caso de agravamento do quadro de pânico.”

O especialista do mercado de criptomoedas citou que o Bitcoin tende a vivenciar uma alta procura por parte dos chineses, em caso de mais pânico relacionado ao Coronavírus.

Por outro lado, Fernando Ulrich reforça a tese do enfraquecimento do mercado financeiro diante de uma epidemia em grande escala. Em um vídeo publicado no Youtube ele conta que um pânico sobre a doença fez com que inúmeros mercados iniciassem a semana em queda.

“Os mercados mundiais abriram no vermelho nesta segunda-feira (27), na Ásia, na Europa e nos Estados Unidos. E no Brasil não foi diferente. Até o meio dia a bolsa caía mais de 2%, a Bovespa. E o que tudo indica, o gatilho da queda de hoje são os temores com o Coronavírus da China.”

Com exceção para o preço do Bitcoin, Ulrich cita as ações e também fala sobre a curva de juros. Embora ele não tenha citado o preço do Bitcoin, o especialista em criptomoedas fala sobre o impacto do coronavírus em mercados financeiros no geral.

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Com formação em ciências e redação, Alice começou a escrever profissionalmente há 7 anos. Desde então, ela tem aprendido, investido e escrito sobre criptomoedas e tecnologia blockchain para algumas das maiores publicações do setor. Atualmente, compõe a equipe de jornalistas Brasil da BeInCrypto.

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