Presidente do Banco Central Expõe “O Grande Problema” de Criptomoedas Como o Bitcoin

Compartilhar Artigo
EM RESUMO
  • Executivo fez elogios ao mercado em reunião com empresários estrangeiros.

  • promo

    Estamos compartilhando informação no nosso grupo de Telegram , siga-nos! E obtenha sinais de trading e análise de criptomoedas diariamente!

The Trust Project é um consórcio internacional de veículos de notícias que criam padrões de transparência.

O presidente do Banco Central acredita que “o grande problema” das criptomoedas seja a interoperabilidade nas transações internacionais. Com a declaração de Roberto Campos Neto, as criptomoedas ganharam espaço durante uma recente reunião do executivo com um grupo de empresários.



Para o especialista do mercado financeiro, “o grande problema” de criptomoedas como o Bitcoin possui relações com “compras internacionais”. Segundo entrevista do presidente do Banco do Brasil publicada na Istoé, o executivo relatou ainda que segue há algum tempo a evolução das criptomoedas no mercado.

Presidente do Banco Central considera criptomoedas seguras

Presidente do Banco Central do Brasil elogia criptomoedas

O presidente do Banco Central declarou o que seria “o grande problema” das criptomoedas em um encontro em São Paulo – SP. Durante a reunião, Neto considerou as criptomoedas um meio eficiente para usuários que procuram pelos seguintes itens:



  • Rapidez no envio
  • Baixo custo operacional
  • Segurança
  • Transparência

Ao elencar as quatro características que fazem menção às criptomoedas, o presidente do Banco do Brasil elogia o mercado financeiro descentralizado. Os comentários positivos acontecem antes do executivo declarar o que seria o “grande problema” para este setor, que foi inaugurado há apenas onze anos atrás com a criação do Bitcoin.

Bitcoin é fruto de um erro dos bancos centrais?

Criptomoedas como o Bitcoin não podem ser controladas por um governo, muito menos por um Banco Central. A descentralização do poder diante dos recursos é a premissa para a criação de uma criptomoeda que “nasce” através da mineração.

O controle exercido neste mercado não depende do poder administrado de forma centralizada. Pelo contrário, cada vez mais as criptomoedas buscam descentralizar suas redes.

No entanto, de acordo com Roberto Campos Neto a criação das criptomoedas é o resultado de uma “falha” não prevista pelos bancos centrais em todo o mundo.

É sabido que os bancos não apresentaram grandes soluções tecnológicas nos últimos vinte anos. Enquanto o Bitcoin despertava, apenas o cartão magnético foi a grande revolução bancária das últimas duas décadas, por exemplo.

Transações que demoram mais de um dia e serviços pouco transparentes resumem uma gama de deficiências que separam o sistema financeiro tradicional da novidade do mercado de criptomoedas.

Desse modo, os bancos mundiais não se prepararam para uma revolução tecnológica no sistema financeiro. Sendo assim, essa falta de preparação resultou no sucesso de projetos de criptomoedas como o Bitcoin, segundo o pensamento do presidente do Banco Central do Brasil.

O que você acha sobre “o grande problema” das criptomoedas para o presidente do Banco Central do Brasil? Comente sobre o texto e publique esta matéria no Twitter!

Isenção de responsabilidade

Todas as informações contidas em nosso site são publicadas de boa fé e apenas para fins de informação geral. Qualquer ação que o leitor tome com base nas informações contidas em nosso site é por sua própria conta e risco.
Share Article

Jornalista apaixonado pelo universo das criptomoedas e seu enorme impacto na sociedade. Conheceu o Bitcoin em 2013 sem saber que a criptomoeda tomaria conta de sua vida anos mais tarde. Já trabalhou em outros portais de notícias sobre criptomoedas, sendo que atualmente é um dos colaboradores do BeInCrypto.

SEGUIR O AUTOR

Sinais grátis de compra e venda de criptos, análises do Bitcoin e chat com traders. Entre já no nosso Telegram!

Vamos lá

Sinais grátis de compra e venda de criptos, análises do Bitcoin e chat com traders. Entre já no nosso Telegram!

Vamos lá