Real digital: após Banco Central, Paulo Guedes confirma CBDC no Brasil

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EM RESUMO
  • Paulo Guedes confirma que Brasil terá moeda digital

  • Ministro relaciona novidade com independência do Banco Central

  • Presidente do BC já havia aventado um possível lançamento do real digital

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou que o Brasil terá sua própria moeda digital de Banco Central (CBDC). A chegada do real digital é aguardada para 2022.



O tema foi mencionado brevemente na última quarta-feira (4). O ministro falou durante um evento em celebração à marca de 100 milhões de contas na poupança digital da Caixa Econômica Federal.

Na ocasião, o Guedes comemorou a aprovação do projeto de independência do Banco Central pelo Senado. Segundo o ministro, trata-se de um passo em direção a diversas mudanças no país. Entre elas estaria a implementação do real digital.



“Com o Banco Central autônomo novamente, então isso é algo extraordinário, também na dimensão digital. O PIX, OpenBank, as fintechs e a moeda digital. O Brasil terá a moeda digital. O Brasil está a frente de muitos países, disse.

Presidente do Banco Central já havia confirmado real digital

A declaração de Guedes vem dois meses após outra confirmação do real digital. Em setembro, ao comentar sobreo WhatsApp Pay, o presidente do Banco Central disse que a moeda digital do Brasil deverá chegar em 2022.

O país, vale lembrar, já conta com um projeto piloto de renda básica que usa dinheiro virtual para compras do dia a dia. No entanto, o real digital expandiria essa funcionalidade para o resto do país.

Ainda não se sabe, porém, se a tecnologia blockchain será usada na implementação. A China, por exemplo, utiliza uma versão permissionada da rede de blocos, ou seja, com controle centralizado. Essa parece ser uma tendência no resto do mundo, dadas as tratativas nos EUA e o lançamento do primeiro CBDC do mundo nas Bahamas.

Além disso, no Brasil, especialistas como o economista Fernando Ulrich consideram que o Pix é um dos passos para o CBDC brasileiro. Dessa maneira, segundo Roberto Campos Neto, presidente do BC, a digitalização das finanças no país levará, naturalmente, ao real digital.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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