• Real voltou a cair mais forte do que as principais moedas do mundo hoje
  • Moeda brasileira teria pouca atratividade como investimento
  • Receio pela retomada lenta está no radar do mercado

O dólar voltou a subir nesta segunda-feira (13), forçando mais uma vez a desvalorização da moeda brasileira. O cenário faz do real a divisa com o pior desempenho dentre as principais do mundo.

Ser líder do ranking de piores moedas não é novidade para o real. Desde março, a moeda brasileira intensificou uma queda que já ocorria há meses. Um mês depois, atingia o patamar de “pior do mundo”.

Na sequência, houve uma recuperação importante, mas analistas seguiram prevendo que o fundo ainda não havia sido atingido. Já para outros, o dólar nunca mais irá cair para menos de R$ 4.

Recentemente, uma volatilidade com cara de Bitcoin fez o real saltar entre grupos. Em questão de hora, esteve entre as melhores e as piores do mundo.

Agora, voltou a encostar no grupo com o pior rendimento considerando as principais do planeta. O real está em situação mais crítica até mesmo que o peso argentino.

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Por que o dólar sobe e o real é a moeda que mais sente

Nesta segunda-feira, o dólar chegou a encostar nos R$ 5,37 e, às 13h, voltou à casa dos R$ 5,34. Em uma cesta de 33 divisas, apenas o real, o peso argentino e outras sete moedas perdem valor em relação ao dólar.

Um dos motivos, segundo analistas, é a continuidade no ritmo de infecções do coronavírus na América Latina. Com isso, segundo analistas da Capital Economics, a recuperação econômica deve ser ainda mais lenta nos países da região.

Ao Valor, o economista Luciano Rostagno conta que o real não justifica investimento. Ao mesmo tempo, o dólar ganha força à medida em que há mais dúvidas sobre a retomada econômica mundial.

Além disso, contribui para a fraqueza da moeda brasileira a perspectiva de intensificação da austeridade fiscal. Como medidas de corte de gastos do governo podem impactar no poder de compra da população, a economia demoraria mais tempo para se levantar.

Paulo Alves Jornalista

Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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