Real é ‘melhor do mundo’ com dólar a R$ 5,37, IBOV vai a 100 mil e BTC sobe 12% com vitória de Biden

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EM RESUMO
  • Real tem melhor desempenho do mundo e dólar bate R$ 5,37

  • Ibovespa recupera patamar de 100 mil pontos e quase zera perdas

  • Bitcoin segue subindo e já acumula alta de mais de 12% apenas em novembro

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A semana é de boas notícias para os mercados – do Ibovespa ao real frente ao dólar e o desempenho do bitcoin. Em comum está o ambiente externo positivo em meio à vitória de Joe Biden nos EUA, dada como certa por alguns veículos da mídia americana.



Os resultados do real e do Ibovespa diferem muito da semana passada. No fechamento de outubro, o dólar chegou a tocar em R$ 5,80 e a bolsa teve a terceira queda seguida. Já o Bitcoin não para de subir e já passa de 12% de valorização nos últimos dias.

Veja o resumo de preços do dólar, Ibovespa e bitcoin na primeira semana de novembro.



Real é melhor moeda do mundo frente ao dólar

A moeda brasileira reverteu parte dos resultados negativos que vinha acumulando em 2020. O real fecha nesta sexta-feira com o melhor desempenho do mundo frente ao dólar entre as moedas emergentes. Às 17h55, a moeda americana era cotada a R$ 5,37, o menor patamar desde meados de setembro.

O movimento tem relação com o aumento do apetite por risco entre investidores em meio ao cenário eleitoral nos EUA. O mercado vê como certa a vitória de Joe Biden e, mesmo por margem apertada, eleva a expectativa de desvalorização do dólar. O democrata, vale lembrar, defende um pacote de estímulos mais generoso, com injeção de mais de US$ 1 trilhão.

Ao mesmo tempo, o mercado considera positiva a divisão de forças no congresso americano. A avaliação é que a configuração dificultaria a aprovação de mais impostos para empresas de tecnologia, cujos papeis passam a puxar a bolsa lá fora.

Ibovespa recupera patamar de 100 mil pontos

O Ibovespa praticamente zera as perdas da semana passada e recupera o patamar de 100 mil pontos. Às 17h55, o índice da bolsa brasileira atingia 100,9 mil pontos. Trata-se, assim, de um aumento de cerca de 7,4% frente ao fechamento de 93.952 pontos da última semana.

Assim como no real, o movimento também é resultado do pleito eleitoral nos EUA. Com a alta das bolsas pelo menor receio de taxação das chamadas big techs (grupo composto com gigantes como Amazon, Apple, Facebook e Google), o efeito foi sentido também na B3.

O resultado vem apesar do receio dos agentes de mercado em relação às finanças públicas. Permanece no radar a dúvida sobre como o governo financiaria um nova ajuda com um orçamento apertado.

Bitcoin já sobe mais de 12% na primeira semana de novembro

O bitcoin subiu 28% em outubro e levou lucro para os fundos de criptomoedas no Brasil. Em novembro, porém, a tendência não parece frear. Em menos de uma semana, a criptomoeda já acumula subida de 12,3%, segundo o Coingecko.

De US$ 13.796 em 1º de novembro, o BTC já atingia US$ 15.500 na tarde desta sexta-feira (6). Já no mercado brasileiro, por outro lado, a queda do dólar impede um novo recorde do bitcoin em reais. Às 17h55, o Cointrader Monitor registrava preço de, em média, R$ 84.691 nas exchanges locais.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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