Ripple (XRP) supera Ethereum e cola no Bitcoin em importante mercado

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EM RESUMO
  • Ripple tem a mesma preferência que o Bitcoin por traders ouvidos em pesquisa

  • Ethereum fica bem atrás das líderes

  • Ripple vem tentando expandir sua atuação no Brasil

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A Ripple já mais importante que o Ethereum e está muito próxima do Bitcoin segundo uma pesquisa realizada junto a uma exchange.



Segundo um levantamento realizado pela corretora BitMax, a XRP é a segunda favorita de traders de criptomoedas. O ativo da Ripple aparece com 25% da preferência entre os 1.498 pesquisados, contra 26% do Bitcoin.

A Ethereum, por outro lado, apareceu como preferencial de apenas 9% dos traders que participaram da pesquisa. Os 40% restantes disseram trabalhar com outras criptomoedas.



O resultado posiciona a Ripple em um patamar muito importante no Japão, onde a BitMax é sediada. O país asiático tem o que é considerado um dos marcos regulatórios mais avançados para criptomoedas no mundo.

Além disso, como taxas de juros chegam a ser negativas no mercado financeiro tradicional, há grande procura por investimentos com bons retornos.

David Otto, coordenador de mídia internacional do Japan Blockchain Conference explicou em entrevista que esse cenário, aliado à vontade do país de inovar sempre, é o que torna as criptomoedas algo mais massificado.

Esses dois fatores despertaram interesse em criptomoedas e ativos criptográficos como uma forma de o Japão moldar o futuro das criptomoedas.

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Ripple pode ser considerada valor não mobiliário

Recentemente, um estudo pode ter estabelecido as bases para que o XRP seja livrado da mira de reguladores americanos. Em um artigo publicado em junho, o antigo diretor da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities, Chris Giancarlo, disse que o XRP não deve ser considerado um valor mobiliário.

Giancarlo, vale lembrar, não tem mais influência direta sobre os trabalhos da SEC, agência americana equivalente à CVM no Brasil. No entanto, seu posicionamento pode ajudar a iniciar discussões que beneficiem a Ripple no futuro. Por outro lado, o artigo foi criticado porque Giancarlo, hoje consultor, estaria sendo pago pela Ripple.

Atuação no Brasil

Uma boa avaliação da Ripple no mercado internacional pode ajudar em negociações da empresa no Brasil. A empresa dona do XRP quer expandir sua atuação no país por meio de parcerias com bancos.

Atualmente, a companhia já oferece a tecnologia da RippleNET a Bradesco, Santander e Itaú. Além disso, o Banco Rendimento é estreia a nova RippleNet Cloud.

Recentemente, executivos da empresa se reuniram com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. O fato ocorreu pouco antes do CEO, Brad Garlinghous, dizer que um novo rali do Bitcoin estaria próximo.

Enquanto isso, donos da Ripple esperam por um impacto dessas ações no valor do XRP. A moeda chegou ao pico de preço em janeiro de 2018, quando alcançou US$ 3,66. No entanto, após o crash do Bitcoin, ela acompanhou o descenso e, ao contrário do Ethereum, nunca mais se recuperou.

Em março de 2020, quando os mercados mundiais derretiam por conta do coronavírus, a XRP chegou a ser negociada a US$ 0,13. De lá para cá, pouco mudou e, hoje, é negociada a US$ 0,18.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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