Semana tem recuperação do real e IBOV em queda enquanto Bitcoin falha em romper topo

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EM RESUMO
  • Real engatou recuperação e fechou semana a R$ 5,55.

  • Ibovespa encerrou pregão no vermelho com receio no exterior.

  • Semana teve Bitcoin de volta em US$ 58.000, mas com perda de ímpeto.

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Moeda brasileira se recuperou após chegar próximo dos R$ 5,80 em semana que o Bitcoin subiu e o Ibovespa caiu por temores no exterior.



A semana foi marcada por recuperação do real frente ao dólar após forte subida na segunda-feira (8) pelo “efeito Lula”. A moeda americana subiu forte e chegou a bater US$ 5,88 no mercado futuro antes de engatar descenso e marcar o melhor desempenho dos últimos três meses.

O Ibovespa também viveu gangorra, mas acabou fechando em 114 mil pontos, queda de cerca de 1% em relação à abertura da semana. Já o Bitcoin, que vinha de importante recuperação na semana anterior, engatou novo movimento positivo – mas, ainda insuficiente para fazer uma nova máxima.



Dólar alivia e vai a R$ 5,55 com aprovação de PEC

A aprovação da PEC Emergencial em segundo turno pela Câmara dos Deputados foi o principal impulsionador do real na semana. A moeda brasileira começou mal e foi a R$ 5,77 após a anulação das condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O dólar continuou em alta na terça-feira (9), mas esfriou a partir do dia seguinte, após o mercado digerir o discurso do petista, o primeiro desde 2018. Além disso, agentes econômicos consideraram positivo o texto que viabiliza a renovação do Auxílio Emergencial, entre outros motivos, porque impõe a obediência à lei do teto de gastos.

Ao mesmo tempo, o mercado reflete a aprovação do pacote de US$ 1,9 trilhão pelo governo americano, que dá novo fôlego para a economia. Nesse sentido, o dólar acabou esfriando a queda frente ao real e fechou o último pregão da semana em alta de 0,3%, a R$ 5,55.

Ibovespa fecha semana em queda

Se o real melhorou seu desempenho frente ao dólar, o Ibovespa não acompanhou o mesmo movimento. O índice da bolsa brasileira fechou a 114 mil pontos, queda de 0,85% em relação ao fechamento do dia anterior. Na semana, o índice recua 1%, aproximadamente.

O resultado tem ligação com a cautela no mercado americano em meio à alta de juros. Com bolsas próximas das máximas históricas, operadores trabalham com o receio de que os títulos do Tesouro americano suguem recursos em busca de instrumentos mais seguros.

O índice Dow Jones foi o único em alta do dia, com avanço de 0,72%. Já S&P 500 perdeu 0,09% e Nasdaq foi a 0,83% negativos.

Bitcoin avança, mas não consegue superar topo histórico

O Bitcoin continuou o movimento de alta iniciado na semana passada. Após abrir a semana acima US$ 50.000, a criptomoeda avançou a US$ 55.000 na quarta-feira (10) e atingiu acima de US$ 58.000 na quinta. O avanço, no entanto, não foi suficiente para superar a máxima acima de US$ 58.600.

Segundo o trader André Machado, o Ogro de Wall Street, o gráfico diário do BTC mostrou uma formação de topo duplo, que indica possível queda.

Já o experiente analista técnico Fausto Botelho, que vendeu seus bitcoins antes dos US$ 50.000, se arrependeu após ver a valorização. Ainda assim, ele ainda diz que vai esperar o próximo movimento antes de entrar novamente.

No fechamento da matéria, o Bitcoin era negociado a US$ 56.800, segundo o Coingecko. Já no Brasil, o criptoativo tem preço médio de R$ 316 mil nas exchanges nacionais, de acordo com o Cointrader Monitor.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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