Urgente ‘SpaceX tem Bitcoin’, revela Elon Musk em evento com Jack Dorsey

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EM RESUMO
  • Elon Musk confirmou pela primeira vez que a SpaceX também adquiriu Bitcoin.

  • Bilionário se defendeu de acusações de manipulações de mercado.

  • Uso de energia pela mineração também foi tema.

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Elon Musk revelou na tarde desta quarta-feira (21), durante o evento virtual The B Word, que a SpaceX, empresa da qual é CEO, detém Bitcoin (BTC) assim como a Tesla e ele próprio.

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“Eu só pró Bitcoin. Eu não sou um investidor”, disse Musk, explicando que as ações únicas ações que possui são da Tesla e da SpaceX, ambas empresas que ele chefia e ajudou a afundar. Ele então emendou:

“Além disso, eu tenho Bitcoin, Tesla tem Bitcoin, SpaceX tem Bitcoin. E eu pessoalmente tenho um pouco de Ethereum e Dogecoin, é claro.”

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É a primeira vez que Musk confirma que a SpaceX também comprou Bitcoin, possivelmente seguindo os passos da Tesla ao compor a criptomoeda na estratégia de tesouraria. O bilionário, porém, não detalhou a quantia possuída pela companhia de engenharia aeroespacial, nem a data em que o BTC teria sido adquirido.

Essas informações poderão estar no próximo informe financeiro da SpaceX aos reguladores americanos, como obriga a norma de empresas de capital aberto nos EUA. O documento, o mesmo que revelou a posse de Bitcoin pela Tesla em fevereiro, ainda não veio à tona.

O evento ‘The B Word’ é organizado pelo Crypto Council for Innovation (CCI), entidade com associados como Coinbase, Fidelity, Paradigm e Square. A CCI se propõe a ser “uma aliança global de líderes da indústria cripto com a missão de demonstrar a promessa transformadora das criptomoedas e comunicar seus benefícios aos legisladores, reguladores e pessoas no mundo todo.”

“Posso fazer pump, mas não dump”

Musk também se defendeu das críticas de manipulação de mercado após ser apontado como desencadeador da queda de preços em abril e maio. Aos críticos, ele disse que nunca teve interesse em fazer os preços caírem, e que nunca vendeu BTC. “Quando o Bitcoin cai eu perco dinheiro. Posso até fazer pump, mas não dump”, disse.

Ele também explicou que suas críticas ao consumo energético da mineração de Bitcoin surgiram após um pico preço que não teria sido acompanhado pela capacidade dos mineradores de incrementarem fontes de energia renováveis.

Choque

Na sua visão, houve de repente um choque entre a missão da Tesla e o momento de consumo energético do Bitcoin, o qual ele não teria como ignorar. O empreendedor, no entanto, admite que o cenário tem melhorado, mas atribui parte disso à própria queda de preço da criptomoeda.

No entanto, ele fez questão de deixar claro que ele e as empresas que comanda não venderam os BTCs adquiridos, e que ele não “teria criticado [o Bitcoin] se estivesse interessado apenas em ganho financeiro”.

Além disso, abordou a suspensão de pagamentos em Bitcoin à fabricante de carros elétricos. “É preciso mais diligência [para checar o uso de energia de mineradores], mas vamos provavelmente restabelecer [os recebimentos em Bitcoin] em algum momento.”

Futuro do Bitcoin

O CEO da Tesla e da SpaceX também disse ser fã de DeFi e mencionou rapidamente sobre a possibilidade de usar satélites da Starlink para “aproveitar o espaço” para rodar nós de Bitcoin, Ethereum ou Dogecoin. Além disso, ele elogiou a iniciativa da Square de desenvolver uma carteira física de BTC. “Quero que o Bitcoin dê certo”, completou.

O preço da criptomoeda reagiu positivamente às falas por um breve momento, chegando a alcançar US$ 32.800 após se recuperar da queda até US$ 29.200. O rali, porém, logo esfriou. No fechamento da matéria, o BTC era negociado a US$ 31.900.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Sou editor-chefe do BeInCrypto Brazil desde abril de 2021.

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