Tese de bitcoin menos arriscado que Apple se confirma em outubro; veja números

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EM RESUMO
  • Bitcoin apresentou menor volatilidade que Apple e Tesla em outubro

  • Indicador mostra que criptomoeda oferece menos risco

  • Pesquisa da CVM mostra como investidor brasileiro se comporta

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A ideia de que, atualmente, o bitcoin é menos arriscado que a Apple, se confirmou em outubro. O risco medido segundo o grau de volatilidade da criptomoeda foi menor do que nas ações da empresa mais valiosa do mundo.



No último mês, o BTC apresentou volatilidade de 30,7%. Por outro lado, ações da Apple registraram oscilação de nove pontos percentuais a mais, de 39,7%. Além disso, o bitcoin ficou à frente dos papeis da Tesla. As ações da montadora de carros elétricos variaram 43,5% no mesmo período.



Segundo levantamento feito pelo Valor, a volatilidade do Bitcoin já é menor do que as duas empresas também ao considerar os três meses anteriores.

No trimestre de julho a setembro de 2020, o BTC variou 39,1%, contra 44,2% da Apple. Já a Tesla apresentou volatilidade digna de projeto DeFi no terceiro trimestre do ano, com taxa de variação de preço de 96,6%.

Volatilidade é válida para comparar bitcoin e Apple, defende gestor de criptoativos

A volatilidade é uma importante medida de risco usada no mercado financeiro. Além disso, segundo um gestor de criptoativos, a métrica é válida para comparar bitcoin e ações de grandes empresas.

Alexandre Vasarhelyi, Portfolio Manager do BLP Crypto, braço da gestora BLP Asset, declarou ao BeInCrypto em entrevista recente que gestores terão que reavaliar suas percepções sobre os dois ativos em breve.

Na sua visão, ou as ações da Apple entrarão na categoria de alto risco, ou o bitcoin será considerado de menor risco.

Brasileiro registra maior apetite por risco

O investidor brasileiro parece se preparar para investir mais em bitcoin independentemente da decisão de gestores de carteiras. Uma pesquisa da Comissão de Valores Imobiliários (CVM), por exemplo, mostra um maior apetite por risco do investidor local. De cinco mil investidores ouvidos, 44% consideram ter perfil mais arrojado.

Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) repercutidos pelo Correio Braziliense, R$ 50,9 bilhões saíram dos fundos de renda fixa em direção a investimentos de maior risco em outubro. Um dos motores desse movimento é a queda da Selic para o patamar histórico de 2%.

Enquanto isso, o termo “como comprar bitcoin” dispara no Google em meio ao recente recorde no Brasil.

BTC volta ao patamar de US$ 15.500

Após leve correção, o Bitcoin voltou a subir nos últimos dias para o patamar de US$ 15.000. Às 8h39, a criptomoeda era cotada a US$ 15.489 no mundo, segundo o Coingecko. Já no Brasil, o recuo do dólar impediu um novo recorde. Dessa maneira, o BTC se manteve, em média, na casa dos R$ 84 mil, segundo o Cointrader Monitor.

O desempenho segue tendência de alta iniciada em outubro. No mês passado, a valorização do bitcoin favoreceu os fundos de criptomoedas. Os fundos disponíveis no Brasil registraram crescimento de mais de 19% no mês.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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