Venezuela é a líder em adoção de criptomoedas das Américas

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EM RESUMO
  • País latino é o maior das Américas em adoção de criptomoedas e terceiro globalmente

  • EUA está apenas em sexto colocado

  • Relatório da Chainalysis aponta cripto como meio de fugir da inflação

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A Venezuela é o país com a maior taxa de adoção de criptomoedas de toda a América. A nação latina aparece à frente dos EUA e da Colômbia em novo ranking da firma de análise de dados Chainalysis divulgado nesta terça-feira (8).



O relatório leva em conta o tráfego de internet nas principais plataformas de trading de criptomoedas. Os dados são da SimilarWeb e não consideram eventual uso de VPN.

Segundo a empresa, a metodologia envolve, por exemplo, análise de fuso horário e pares de moedas nacionais usadas na negociação. Além disso, o idioma e sede da exchange são considerados.



Dos 154 países levados em conta na pesquisa, a Venezuela aparece em terceiro. O primeiro lugar ficou com a Ucrânia, seguida pela Rússia. China e Quênia fecham o top 5.

Na sequência aparecem Estados Unidos, África do Sul, Nigéria, Colômbia e Vietnã. O Brasil, portanto, não surge entre os 10 primeiros, apesar dos primeiros sinais de inflação.

Segundo a Chainalysis, apenas 12 dos 154 países zeraram o índice de atividade no setor de criptomoeda. A avaliação é de que:

Isso é uma prova da empolgação em torno das criptomoedas como investimento e, especialmente nos países em desenvolvimento, como um meio de armazenamento de valor e negociação.

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Venezuela é exemplo-chave para adoção de criptomoedas

A Chainalysis considera que o caso da Venezuela é perfeito para exemplificar o papel das criptomoedas em meio à derrocada de uma moeda nacional.

Nossos dados mostram que os venezuelanos usam mais criptomoedas quando a moeda fiduciária nativa do país está perdendo valor para a inflação, sugerindo que os venezuelanos recorrem à criptomoeda para preservar economias que de outra forma poderiam perder.

Os especialistas dizem que veem o mesmo padrão em outros países da América Latina. Esse fenômeno também é visto na Argentina, por exemplo. Além disso, a empresa menciona que ocorre o mesmo na África e no Leste Asiático.

Nesse cenário, plataformas P2P são muito procuradas. Um dos benefícios seria a ausência de custódia dos ativos: como os usuários negociam entre si, a plataforma não precisa guardar cripto nem dinheiro. Dessa forma, serviços do tipo conseguiriam escapar tanto de hackers quanto de amarras do sistema bancário.

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Sou jornalista e especialista, pela USP-SP, em Comunicação Digital. Já trabalhei em rádio e impresso, mas boa parte da minha experiência vem do online. Desde 2013, colaboro regularmente com o Grupo Globo na área de tecnologia, onde já cobri assuntos diversos da área, de lançamentos de produtos aos principais ataques hackers dos últimos anos. Também já prestei consultoria em projetos do Banco Mundial e da ONU, entre outras instituições com foco em pesquisa científica. Entrei no mundo das criptomoedas principalmente na cobertura de ataques cibernéticos e golpes no Brasil. Atualmente, faço mestrado em Comunicação Científica na Universidade de Granada, na Espanha. Escrevo para o BeInCrypto desde abril de 2020.

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